Mostrar mensagens com a etiqueta Livros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Livros. Mostrar todas as mensagens
13 de abril de 2011
16 de julho de 2010
#21 O Paraíso na Outra Esquina
O Paraíso na Outra Esquina, livro de Mario Vargas Llosa, narra a vida utópica de Paul Caugain e da avó materna Flora Tristán. Um vínculo entre duas personagens que optam por modelos de vida opostos mas que revelam um desejo comum: alcançar um Paraíso onde seja possível a felicidade para os seres humanos.
“Onde se nascia era um acidente; a verdadeira pátria era a que se escolhia, com o corpo e a alma”.
Fotografias efectuadas ao livro.

Mário Vargas Llosa
Etiquetas: Livros
23 de junho de 2010
#17 José Saramago
Entre os meus Saramagos tenho dois que guardo com especial carinho. O primeiro é A Jangada de Pedra que o autor me autografou em 1990 em Serpa, o segundo As Intermitências da Morte, autografado em 2005 em Viseu.

Etiquetas: Livros
12 de maio de 2010
#10 A Sombra do que fomos
“- Sou a sombra do que fomos e enquanto houver luz existiremos – murmurou antes de fechar a porta”
“- Olhe compadre, não sei, nem me interessa, a origem destes frangos. São todos iguais, pesam o mesmo, vêm congelados, pétreos, impassíveis. Eu descongelo-os, envio-lhes o espeto pelo rabo, tiro-o pelo pescoço, lambuzo-os com u mmolho que vem num frasco de plático e depois de quarenta minutos no grelhador transformam-se num produto comestível. Certo? Não me complique a existência”
“Os valentes não existem, só as pessoas que aceitam caminhar ombro a ombro com o seu medo”


Etiquetas: Livros
18 de abril de 2010
#2 Deserto, de Le Clézio

Acabei de ler Deserto, de JMG Le Clézio,um livro de prosa feito poesia que narra a força de caminhar. Deserto, de Jean Marie Gustave Le Clézio, que recebeu em 2008 o Prémio Nobel de Literatura, é um romance de 1980, que obteve o Prémio Paul Morand da Academia Francesa. Relata a marcha de um exército de maltrapilhos muçulmanos que, com os seus camelos e cavalos, cabras, mulheres e crianças atravessa o deserto da Mauritânia, alguns deles vindos de mais longe ainda, do Sudão ou de Tombuctu, para se juntarem, na cidade santa de Samara, às tropas do sheik Al Maminey que pretende avançar para Norte e atacar os colonialistas franceses que hão-de dízimá-los cruelmente, a soldo de grandes interesses económicos. De entre as personagens mais importantes destacam-se Nour, um rapazinho que vive estas experiências de sede, fome, doença, combate e desilusão; e especialmente Lalla ou Hawa ben Hawa, que se apaixona, ainda adolescente, por um pastorinho semi-selvagem, surdo mudo, que a engravida. Esta menina arisca é levada para Marselha numa leva da Cruz Vermelha Internacional e arruma quartos como empregada doméstica, num hotel de putas, crimonosas e vadios. Descobre-a um grande fotógrafo, impressionado pela sua beleza exótica, que dela faz uma cover girl, vedeta de capas de revistas, modelo de moda, assediada por muitos admiradores. Mas, à beira de expirarem os nove meses da gravidez de Lalla, ela sem se despedir de ninguém, deixa a França e uma carreira promissora e regressa à sua terra, para aí, frente ao mar, encostada ao tronco de uma árvore, sozinha, dar á luz a criança tão desejada. Resta dizer que a escrita poética, de uma grande precisão, que é a de Le Clézio, dá ao romance uma envolvência e um fascínio quase incomparáveis (in Leitura Gulbenkian)
As fotografias foram tiradas com uma canon Digital IXUS 75.
Etiquetas: Livros
Subscrever:
Mensagens (Atom)







